
Título: Os Contos Proibidos do Papai Noel
Autor: Beatrice Witt
Sinopse: O Natal era uma festividade pagã comemorada no solstício de inverno do hemisfério norte que, por ter a noite mais longa, inspirou a ideia de que criaturas sobrenaturais poderiam se comunicar e passear pelo mundo dos vivos. Quando a festividade se tornou cristã, esse costume acabou se mantendo. Contudo, foi na era vitoriana, após a Revolução Industrial, que a produção de periódicos começou a acontecer em larga escala e baixo custo – incentivando ainda mais que os ingleses se reunissem junto ao fogo da lareira para ler e contar histórias horripilantes (já que, para eles, o Natal ocorre no inverno, uma boa época para assombrações). Como se não bastasse, o autor britânico Charles Dickens publicou em Londres em dezembro de 1843 aquele que veio a ser o conto natalino fantasmagórico mais famoso do mundo ocidental, e que consagrou a tradição de contar histórias assustadoras na noite de Natal...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Contos Proibidos do Papai Noel”, de Beatrice Witt, publicado pela editora Mandrágora, em 2023 e com 68 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mandrágora
Páginas: 68
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Mandragora exploram narrativas intensas e multifacetadas, que transitam entre a ficção sombria, a poesia visceral e relatos que evocam cenários históricos e contemporâneos. A experiência de leitura varia entre o ritmo tenso de histórias com personagens complexos, como um incendiário psicopata e conflitos em épocas passadas, e a fluidez de poemas que convidam à reflexão profunda. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, com enredos que envolvem dilemas morais e sociais, e outras que adotam um tom mais experimental ou lírico, incluindo guias ilustrados e textos interativos. Essa diversidade indica que Mandragora não se limita a um único estilo, mas privilegia a intensidade emocional e o envolvimento do leitor.
