
Título: Os Dinotrux vão à praia
Autor: Chris Gall
Sinopse: Os Dinotrux, criaturas que são meio dinossauro, meio caminhão e inspiraram a série do Netflix, invadiram a praia para se divertir! Há milhões de anos, os Dinotrux dominam a Terra. Mas a vida é difícil numa floresta abafada cheia de insetos irritantes e de plantas que causam coceira. As terríveis criaturas estão ficando mal-humoradas... É hora de relaxar e curtir um dia na praia. Imagine o que os Dinotrux não vão aprontar por lá, com toda aquela água e areia. Tiranossauro Trux se exibe na sua prancha de surfe, Rolodonte não consegue deixar nada em pé; Anquilocaçamba moveu todas as pedras de lugar e Escavossauro se meteu numa bela encrenca com tubarões. Eles querem construir um castelo de areia incrível, mas será que conseguem trabalhar em equipe para isso? Mergulhe nesta aventura de verão e descubra!
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Os Dinotrux vão à praia”, de Chris Gall, publicado pela editora Leya, em 1905 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Leya
Páginas: 32
Ano: 1905
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8544107273
ISBN13: 9788544107270
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
