
Título: Os donos do mundo
Autor: Luís Augusto Símon
Sinopse: Com 500 páginas, o livro tem um enfoque tão simples como original para contar a história das Copas do Mundo: é baseado na história dos homens que conseguiram a maior conquista possível para um jogador de futebol. Com o perfil de TODOS os campeões, mesmo daqueles que não entraram em campo. Estão ali desde obscuros reservas do Uruguai de 1930, nomes desconhecidos como Riolfo, Calvo e Melogno até Buffon, Pirlo e outros campeões italianos de 2006. Todos eles com uma ficha completa, com o número de jogos e gols na carreira e no Mundial. Quem ganhou três Copas, mereceu três perfis. O garoto Pelé de 1958, o caçado Pelé de 1962 e o grande Pelé de 1970. O Zagallo jogador de 1958 e 1962 e o Zagallo técnico de 1970. Além dos campeões, o livro tem o perfil do melhor jogador e de destaques de cada Copa, o que permite a presença de gênios que não ganharam, como Fausto dos Santos e Ferenc Puskas. O capítulo final, para enfatizar o enfoque do livro em heróis que o mundo venera, tem o depoimento de 28 campeões. Gente como Didi, Parreira, Zagallo, Nílton Santos, Raí, Maspoli, Ghiggia e Schiaffino. É um livro de pesquisador, mas também um livro de reportagem.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os donos do mundo”, de Luís Augusto Símon, publicado pela editora Leitura, em 2010 e com 512 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Leitura
Páginas: 512
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573589558
ISBN13: 9788573589559
Sobre a editora
Os livros da editora Leitura apresentam uma variedade que vai do entretenimento leve ao relato detalhado e histórico. O catálogo inclui obras que dialogam com diferentes públicos, desde leitores jovens que acompanham narrativas em primeira pessoa, como diários virtuais de adolescentes, até adultos interessados em histórias de forte tensão urbana e conflitos sociais. Também há espaço para livros ilustrados e para obras que exploram a cultura esportiva brasileira com riqueza de detalhes e paixão. A diversidade se reflete no tom, que ora é humorístico e descontraído, ora é mais denso e acelerado, com ritmo quase cinematográfico, especialmente em narrativas que se passam em grandes cidades.
