
Título: Os donos do poder: Formação do patronato político brasileiro
Autor: Raymundo Faoro
Sinopse: Neste trabalho incontornável do pensamento social brasileiro, Raymundo Faoro se debruça sobre o tema do patrimonialismo e dos limites entre público e privado. Inclui prefácio e posfácios inéditos, e fortuna crítica. Em sua obra-prima, Raymundo Faoro examina quase seis séculos de história para traçar as raízes do patrimonialismo brasileiro e a formação do estamento burocrático, que se apropria dos aparatos políticos-administrativos e usa o poder público em benefício próprio. Publicada pela primeira vez em 1958, Os donos do poder utiliza conceitos da sociologia weberiana até então relativamente pouco difundida no país e converteu-se em um clássico de interpretação do Brasil, destacando-se por sua análise original e erudita. Esta edição inclui prefácio de José Eduardo Faria, posfácio de Bernardo Ricupero e Gabriela Nunes Ferreira, além de três textos de fortuna crítica, que demonstram como Faoro construiu um trabalho cuja pertinência para a compreensão das relações entre Estado e sociedade se estende até os dias de hoje. "Pensar o Brasil passou a ser algo diferente a partir do livro clássico de Faoro." Celso Furtado " Os donos do poder é uma análise admirável do funcionalismo como fator decisivo não apenas na organização política e social do país, mas da própria unidade nacional." Antonio Candido
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os donos do poder: Formação do patronato político brasileiro”, de Raymundo Faoro, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2021 e com 1363 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 1363
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
