
Título: Os Ensinamentos da Loucura
Autor: Heitor O´Dwyer de Macedo
Sinopse: Heitor O´Dwyer de Macedo, parte em de que o trabalho do psicanálise consiste, fundamentalmente, em preparar as pessoas que o procuram para enfrentar essa catástrofe salutar que é o amor. Pensam que é para falar de amor que se consulta um psicanalista e, em princípio, é de amor que fala, quando fala, o psicanalista. Aliás, ´só serve para isso´, e alguém que ouve ou lê um psicanalista espera que ele fale disso - de como se ama alguém e de como alguém se ama.Fiel a Freud, pela linguagem simples enraizada na prática clínica, o autor reata os vínculos, caros ao fundador, entre psicanalise e literatura. Retoma aqui o entre lançamento entre loucura, amor e pensamento que ele percorre desde seus primeiros trabalhos, percorrendo as linhas e entrelinhas da ficção dostoieviskiana. Afinal, para falar de amor não poderia haver melhor escolha que Dostoiévski, que é, por excelência, o escritor da desmesura do encontro.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Os Ensinamentos da Loucura”, de Heitor O´Dwyer de Macedo, publicado pela editora Perspectiva, em 2014 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Perspectiva
Páginas: 168
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527310074
ISBN13: 9788527310079
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,177
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
