
Título: Os escritores que eu matei
Autor: Marco Severo
Sinopse: Quem carrega mais mistérios em si, o leitor ou a escrita? Quais são os mecanismos de cada um desses elementos fundamentais da literatura? Esses são alguns dos questionamentos explorados na obra de estreia do escritor Marco Severo. Os escritores que eu matei, através de suas crônicas e um ensaio, realiza uma verdadeira anatomia da arte literária, explorando temas que vão desde os best-sellers, a importância da escolha de um bom título, o momento ideal da leitura, o mercado editorial até as tendências e comportamentos dos escritores. Marco Severo consegue alcançar o cerne das questões fazendo uma crítica sincera, evitando o uso de meias palavras. O autor não foge das polêmicas e se posiciona de maneira firme sobre determinados assuntos que, muitas vezes, incomodam os próprios autores, leitores e editores.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os escritores que eu matei”, de Marco Severo, publicado pela editora Substânsia, em 2015 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Substânsia
Páginas: 156
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8591693396
ISBN13: 9788591693399
Sobre a editora
Os livros da editora Substânsia costumam apresentar uma escrita que valoriza a densidade poética e a reflexão existencial, muitas vezes explorando temas como a vida, a morte e o cotidiano com um olhar sensível e crítico. A prosa e a poesia dialogam com questões sociais e pessoais, como a maternidade e a guerra, sempre com um tom que pode variar entre o instigante e o contemplativo. O catálogo indica uma preferência por narrativas que se afastam do lugar-comum, com textos que desafiam o leitor a uma leitura ativa, seja por meio de uma sintaxe sofisticada, seja por imagens que se gravam no afeto. Há obras que se apoiam em experiências locais e históricas, enquanto outras se dedicam a um universo mais imaginativo e fragmentado, sugerindo uma diversidade editorial que equilibra o lírico e o político.
