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Os estudantes, os intelectuais e a luta de classes

Título: Os estudantes, os intelectuais e a luta de classes

Autor: Ernest Mandel

Sinopse: Talvez a melhor obra de Ernest Mandel, "Os estudantes, intelectuais e a luta de classe" constituí-se na transcrição de cinco conferências proferidas pelo autor, com o tema a intelectualidade, o movimento estudantil e o balanço das revoltas de maio de 1968 na França. O primeiro capítulo é uma excelente apresentação do papel do movimento estudantil revolucionário no conjunto das lutas pela Revolução Social, definindo o papel da universidade burguesa, os limites e as possibilidades do movimento discente. Já no segundo capítulo Mandel retoma seu repertório revisionista, movido pelo profundo impressionismo que sempre caracterizou suas avaliações políticas. Ele retoma o tema "pós-moderno" das "novas vanguardas", diminui - baseado apenas no referido impressionismo político - o papel do proletariado e volta à sua tese da "quarta fase do capitalismo, pós-imperialista". Apesar de tudo, o livro tem ensinamentos muito importante para aqueles que querem entender o fenômeno do movimento estudantil e do papel da intelectualidade do movimento revolucionários, ainda que seja uma obra a ser lida com extremo critério, como que saboreia um delicioso peixe cheio de espinhas.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os estudantes, os intelectuais e a luta de classes”, de Ernest Mandel, publicado pela editora Antídoto, em 1979 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Antídoto

Páginas: 160

Ano: 1979

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ernest Mandel conduz a um mergulho denso e analítico nas complexidades da teoria marxista e suas implicações práticas. O ritmo é marcado por um rigor intelectual que exige atenção ao detalhamento das ideias, com uma prosa que privilegia o argumento e a explicação mais do que o lirismo ou a narrativa fluida. A tensão surge da confrontação entre conceitos econômicos e políticos, frequentemente desafiando o leitor a repensar noções consolidadas sobre socialismo, mercado e organização revolucionária. O foco está na articulação entre teoria e história, com personagens coletivos mais do que individuais, onde o debate político e a crítica social são centrais. Essa experiência é menos sobre emoções imediatas e mais sobre reflexão crítica, posicionando os livros de Ernest Mandel como leituras para quem busca compreender as dinâmicas do marxismo em contextos históricos variados.

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