
Título: Os Fantasmas de Goya
Autor: Jean-Claude Carrière
Sinopse: Nos últimos anos do século XVIII a Espanha ainda era um império colonial imenso. Frente ao assédio das idéias laicas e republicanas que vinham da França revolucionária, a Inquisição - havia muito tempo em estado de dormência - tem um surto de vitalidade e decide mostrar suas garras. Francisco de Goya y Lucientes testemunha tudo isso. Pintor da Corte e glória da Espanha, Goya fazia retratos por encomenda de nobres, mercadores e autoridades da Igreja, como frei Lorenzo Casamares, homem implacável da Inquisição. Quando Casamares vê no ateliê de Goya o retrato da jovem Inés, filha do comerciante Tomás Bilbatua, que fora presa e acusada de heresia, os destinos dos três se entrecruzam numa história de lealdades e traições, de amor, tortura e morte, mas também de guinadas ideológicas e vinganças pessoais. Os fantasmas de Goya teve seus direitos vendidos para dezoito países e deu origem ao filme Os fantasmas de Goya, dirigido por Milos Forman.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Os Fantasmas de Goya”, de Jean-Claude Carrière, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2007 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 320
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535909729
ISBN13: 9788535909722
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,403
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
