
Título: Os Fantoches
Autor: Patrick Redmond
Sinopse: Michael Turner travou ao longo dos anos uma luta constante contra demónios da sua infância. Órfão, cresceu sozinho e passou por uma instituição e por sucessivos lares adoptivos, onde foi sucessivamente rejeitado e com os quais aprendeu a sobreviver relegando a realidade para segundo plano e procurando apoio exclusivamente numa vida idealizada: encontrar um lar onde fosse desejado, ter sucesso e ser feliz. Michael tem agora vinte e poucos anos e começa finalmente a libertar-se do passado: tem uma namorada que adora e pela frente uma promissora carreira na advocacia. Quando conhece Maz, a figura paternal que sempre desejou, Michael acredita que, afinal, todos os seus sonhos de infância se vão realizar. Mas os sonhos têm um preço. Numa tentativa última de realizar os seus, Michael deixa que um perigoso intruso penetre na sua intimidade esquadrinhe a sua vida. Um intruso que carrega os seus próprios demónios, que consegue manipular as carências e as vulnerabilidades dos outros com resultados terríveis e sinistros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Fantoches”, de Patrick Redmond, publicado pela editora ASA, em 2002 e com 512 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ASA
Páginas: 512
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora ASA oferecem uma leitura que mescla narrativas históricas e romances de época com mistérios e dramas pessoais, frequentemente ambientados em cenários ricos e detalhados, como a Índia colonial, a Europa do século XX ou o universo vitoriano. O catálogo apresenta histórias que exploram conflitos internos e sociais, especialmente envolvendo mulheres em contextos de transformação cultural ou opressão, além de tramas policiais e aventuras que combinam suspense com elementos literários e culturais. A linguagem tende a equilibrar o tom emocional e o ritmo envolvente, proporcionando uma experiência que pode ser tanto introspectiva quanto dinâmica, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais profundos.
