
Título: Os filhos da Coruja
Autor: Graciliano Ramos
Sinopse: Os filhos da Coruja nasce a partir de um texto inédito. Um poema escrito à mão, com data de 5 de setembro de 1923 e assinado por J. Calisto, um dos muitos pseudônimos que Graciliano Ramos utilizou, principalmente no início da carreira literária, para não revelar sua autoria ― ainda que já deixasse clara uma de suas principais facetas, a de um observador atento da sociedade e cultura brasileiras. Inspirado na fábula “A águia e o mocho”, de La Fontaine, Os filhos da Coruja abre espaço para leituras diversas e, em seu ineditismo, dialoga com a obra completa de Graciliano e com toda uma vasta tradição literária. Com pinturas de Gustavo Magalhães e pesquisa e organização de Thiago Mio Salla, o livro entrega o que há de melhor no autor: o caráter abertamente crítico, que revela aquilo que Antonio Candido, um dos nossos grandes intelectuais, chamaria de “pesquisa progressiva da alma humana”. Não dá para discordar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os filhos da Coruja”, de Graciliano Ramos, publicado pela editora Baião, em 2024 e com 36 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Baião
Páginas: 36
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6585773217
ISBN13: 9786585773218
Sobre a editora
Os livros da editora Baião convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o lirismo e a crítica social, frequentemente ambientadas em contextos culturais e históricos marcantes. A experiência de leitura é marcada por uma linguagem que mistura poesia, prosa e ilustração, com obras que vão do universo infantil ao infantojuvenil, muitas vezes com olhares sensíveis sobre temas como identidade, trabalho, memória e relações familiares. O catálogo apresenta histórias que mesclam fantasia e realidade, ora com um tom mais contemplativo e poético, ora com um ritmo mais dinâmico e urbano, criando contrastes que enriquecem a diversidade editorial da Baião.
