
Título: Os Filhos do Sol: O Artefato
Autor: Rogério Cardoso Bulhões
Sinopse: "Quando leio os compêndios que contêm as declarações dos pesquisadores da estação Andrômeda, local onde o sinal foi detectado pela primeira vez, percebo como fomos inocentemente pretensiosos. Crer que estávamos penetrando a mente de uma civilização diversa, provavelmente mais antiga e sábia que a nossa, enquanto decifrávamos os aspectos externos daquele artefato, levou-me a uma comparação interessante. Éramos mergulhadores que, com grande fascínio, tinham se deparado com os restos de um galeão naufragado, do qual só era possível observar a âncora, meio enterrada no lodo submarino e já corroída por centenas de anos de exposição à fúria do mar. Nada sabíamos dos construtores do galeão. Não fazíamos a mais tênue idéia de como era seu tombadilho ou onde ficava a ponte de comando ou sequer como era a forma do galeão. Muito menos de como ele flutuava. Desconhecíamos o porto de origem e o de destino, bem como o que era transportado. Tudo o que sabíamos e que nos deslumbrava era que mal tínhamos visto uma ponta enferrujada de sua âncora."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Filhos do Sol: O Artefato”, de Rogério Cardoso Bulhões, publicado pela editora All Print Editora, em 2011 e com 432 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: All Print Editora
Páginas: 432
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577188531
ISBN13: 9788577188536
Sobre a editora
Os livros da editora ALL PRINT EDITORA oferecem uma experiência de leitura marcada por diversidade temática e tonal. O catálogo reúne desde narrativas ficcionais com elementos sobrenaturais e conflitos pessoais até obras de caráter mais prático e informativo, como manuais voltados para profissionais. A linguagem varia entre o coloquial e o reflexivo, contemplando desde crônicas e poesias até textos que abordam temas sociais delicados, como o luto infantil e a gestão comunitária. Essa pluralidade sugere um interesse em explorar tanto o íntimo dos personagens quanto questões sociais e espirituais, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
