
Título: Os filhos que nunca tivemos
Autor: Tina Vieira
Sinopse: Olhar o imponderável nos olhos e assistir se derreterem, bem na sua frente, todos os planos, as promessas, as certezas. Entender, com a intensidade de um tornado soprando a cara, que a vida não é o que se quer, o que se imagina, o que se vislumbra: a vida pode ser uma sequência indigesta de desafios, dissabores, pequenos trotes de um deus sádico que não acredita em expectativas. E a literatura é uma ferramenta para contar, entender e, talvez um dia, aceitar. Os filhos que nunca tivemos é tudo isso junto: os planos, o tornado, as frustrações. As tentativas, a vida, a vida, a vida. O que se deixa para trás quando o seu grande amor não é quem costumava ser, quando já não o reconhece mais. O que poderia ter sido se a filha respondesse aos chamados, correspondesse às expectativas. Uma história com várias histórias – Isabel, Antonio, Silvia, Sara, Janaína, vidas que se ligam, outra vez, no imponderável. Uma história contada com sensibilidade e doçura, mas com o pulso firme de quem já entendeu que, quando os planos escorregam, só nos resta a literatura. Aqui, nas mãos de Tina Vieira, ela vem firme, tocante, inesquecível. ― Marcela Dantés
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Os filhos que nunca tivemos”, de Tina Vieira, publicado pela editora Faria e Silva, em 2024 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Faria e Silva
Páginas: 160
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786560250611
Sobre a editora
Os livros da editora Faria e Silva costumam explorar narrativas densas e multifacetadas que mergulham em conflitos humanos profundos, seja no âmbito familiar, social ou histórico. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, como famílias disfuncionais ou indivíduos marcados por contextos de violência e opressão, e abordam temas contemporâneos como a dependência tecnológica ou as tensões urbanas. O tom varia entre o sensível e o inquietante, com ritmo narrativo que pode ser tanto fluido e dinâmico quanto fragmentado e introspectivo. O catálogo sugere uma predileção por histórias que combinam realismo psicológico com elementos de memória e passado, atravessando épocas e espaços, do sertão brasileiro às grandes cidades, e até mesmo envolvendo reflexões sobre o tempo e a morte.
