
Título: Os Filmes na Gaveta
Autor: Antonioni Michelangelo
Sinopse: "Os Filmes na Gaveta" reúne os argumentos de Antonioni que não chegaram a realizar-se. Nestas páginas encontramos um Antonioni autor de argumentos, contos, guiões não traduzidos em imagens mas que, todavia, constituem um percurso paralelo e complementar, o do projecto e da utopia. Mesmo tratando-se de hipóteses de trabalho cronologicamente distantes entre si, podemos encontrar algumas constantes que nos remetem para as obras conhecidas do realizador: a capacidade de retratar atmosferas, de traduzir um ambiente, de descrever comportamentos significativos mas também uma contínua atenção aos problemas formais que desempenham um papel de relevo nos seus filmes. São, portanto, textos que reflectem a sensibilidade de Antonioni à complexidade da esfera dos sentimentos, à dificuldade de adaptação da existência às mutações exteriores.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Os Filmes na Gaveta”, de Antonioni Michelangelo, publicado pela editora Edições 70, em 2001 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Edições 70
Páginas: 208
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724410587
ISBN13: 9789724410586
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,87
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
