
Título: Os Frutos da Terra
Autor: André Gide
Sinopse: é um livro do escritor André Gide. Foi publicado em 1897, quando ele ainda tinha menos de 30 anos de idade, é um dos seus textos mais conhecidos. É um longo e inspirado poema em prosa sobre o desejo e o acordar dos sentidos, que suscita ainda hoje o entusiasmo e a admiração de muitos leitores, em particular dos mais jovens. Esta obra é uma ode, por vezes lírica e sensual, que desenvolve o tema da relação com a matéria e com os elementos naturais. Transparece nela um entusiasmo pela vida que faz dela uma espécie de evangelho do despertar dos sentidos. A sensualidade torna-se quase uma profissão de fé de uma espécie de nova religião, tanto se sente no texto o fervor, a emoção e o deslumbramento, nomeadamente pela terra, pelas colheitas, pelos frutos e por tudo que é carnal e carnudo, tudo o que pode ser tocado, apalpado e cheirado... Em alguns aspectos, Os frutos da terra faz lembrar os textos bíblicos, nomeadamente o Cântico dos Cânticos. O texto pode ser encarado como um verdadeiro hino ao desejo sensual (à libido sentiendi), uma hiperbole sobre o desejo e sobre o erotismo. É, antes de mais, um livro sobre o desejo, sobre a sede, servindo os objectos evocados de pretexto para a expressão desse desejo, que é muitas vezes inextinguível, irreprimível e transbordante, ampliando e mesmo transcendendo o próprio mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Frutos da Terra”, de André Gide, publicado pela editora Nova Fronteira, em 1982 e com 214 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 214
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
