
Título: Os Guardiães dos Mortos
Autor: Ricardo Pinto
Sinopse: Já apelidado como o novo Tolkien português, os livros de Ricardo Pinto, um emigrante radicado na Escócia, são um sucesso no Reino Unido, Alemanha, Holanda e EUA. No entanto, para se compreender o segundo volume da trilogia A Dança de Pedra do Camaleão urge ter lido o primeiro, publicado em Março deste ano, o primeiro momento de uma saga dividida em três partes que se complementam. As duas primeiras obras funcionam como uma espécie de tese e antítese, revelando-se em Os Escolhidos o mundo da casta dominante, a elite que a si própria se designa divina e cujas leis são implacáveis e cruéis, enquanto Os Guardiães dos Mortos retrata o universo das classes inferiores. Este romance conta como Carnelian e Osidian, vítimas de uma traição, são adormecidos no paradisíaco jardim proibido do Yeden, drogados, raptados e colocados em urnas funerárias... Uma poderosa fantasia épica que reserva a Ricardo Pinto o lugar único como autor de algo que «permanece na memória como um sonho estranho e perturbador» (Interzone).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Guardiães dos Mortos”, de Ricardo Pinto, publicado pela editora Presença, em 2003 e com 606 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 606
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722330659
ISBN13: 9789722330657
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
