
Título: Os Imortais
Autor: Enki Bilal
Sinopse: "Paris - Início de Março de 2023 - Às vésperas de uma nova farsa eleitoral sem significado - nada parece ter que mudar na imensa aglomeração parisiense, politicamente autônoma e irremediavelmente fascistizada - também a divisão da cidade em dois bairros desiguais sob todos os pontos de vista parece irremediavelmente irreversível... o primeiro que forma o centro, abriga uma classe social favorecida, um exército regular imponente e a classe dirigente - o segundo, que envolve o primeiro e que se estende a perder de vista, tornou-se, desde a instalação de um enorme astroporto, a encruzilhada de aventureiros e de extraterrestres de todos os tipos. A milícia governamental garante o controle e, secundariamente, também a sujeira - à efervescência artificial das próximas eleições acrescentou-se um estranho clima de desconforto em razão da misteriosa aparição, acima do astroporto, de uma imponente nave espacial com a curiosa forma de uma pirâmide - aumenta a inquietação geral - dizem que os ocupantes da pirâmide voadora exigem da cidade de Paris o fornecimento de quantidades astronômicas de combustível - o silêncio prudente (e suspeito) de Jean-Ferdinand Choublanc, governador em exercício, não é nada tranquilizador." (Retirado da página 3)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Imortais”, de Enki Bilal, publicado pela editora Martins Fontes, em 1988 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 64
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
