
Título: Os Inícios da Filosofia. Grécia
Autor: Maria Michela Sassi
Sinopse: A autora trata o pensamento pré-socrático em toda a sua variedade, porque muitas são as direções que percorreu e que foram sacrificadas pela filosofia sucessiva, especialmente após a delimitação aristotélica de um preciso território de competência da razão filosófica. Com grande domínio da matéria, a autora consegue escrever uma história não excessivamente marcada pelo olhar retrospectivo, mas “perspectivo”, isto é, uma história reconstruída com a intenção de, na medida do possível, colocar-se na pele de seus protagonistas, que sabiam de onde partiam e também conheciam as novas vias que queriam abrir, sem poderem prever os desvios, os desafios e os obstáculos que outros haveriam de pôr ao longo do caminho.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Os Inícios da Filosofia. Grécia”, de Maria Michela Sassi, publicado pela editora Edições Loyola, em 2015 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 304
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515042185
ISBN13: 9788515042180
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,437
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
