
Título: Os Insetos e os Homens
Autor: Michel Lamy
Sinopse: Desde o seu aparecimento há 350 milhões de anos - muito antes do homem! - os insetos têm-se adaptado a todas as condições de vida. Graças às suas asas e ao voo, colonizaram todos os biótipos. A sua fecundidade, os seus múltiplos meios de defesa ou os eu mimetismo permitiram-lhes tornarem-se os representantes do reino animal em maior abundância à face da terra, tanto em número de espécies como em número de indivíduos. Inventando o utensílio, os modos de comunicação e de transporte competitivos, os homens, por sua vez, investiram em todos os habitats. O confronto com os insetos era inevitável. Se certas espécies são úteis ao homem, outras representam um perigo porque são venenosas ou vectores de doenças. Sobretudo os mosquitos veiculam o paludismo que provoca cerca de dois milhões de mortes por ano. No entanto, é frequentemente o próprio homem que favorece estas catástrofes ao modificar de forma intempestiva o frágil equilíbrio ecológico; então os insetos organizam-se para resistir à sua destruição. Nesta obra, acessível a todos, o autor revela-nos a infinita variedade deste universo oferecendo, quer ao investigador quer ao curioso, um campo de investigação apaixonante. Mas, para além da fascinação que os insetos sempre exerceram sobre o imaginário, este livro coloca a questão de uma coabitação difícil e essencial para o futuro do nosso planeta.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Insetos e os Homens”, de Michel Lamy, publicado pela editora Instituto Piaget, em 2000 e com 332 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Piaget
Páginas: 332
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9727711782
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.
