
Título: Os limites do impossível: Contos gardelianos
Autor: Aldyr Garcia Schlee
Sinopse: A partir da idéia estarrecedora de que o nascimento de Carlos Gardel ocorreu emTacuarembó, no Uruguai, fruto de incesto e estupro, os contos deste livro transitam por algumas versões do espantoso acontecimento. Aqui se imagina e se inventa como tudo terá acontecido de forma a alcançar uma realidade ficcional que se proponha verdadeira à percepção do leitor. Assim, qualquer semelhança entre os fatos narrados e algo que tenha realmente ocorrido ou deixado de ocorrer não será apenas mera coincidência: será a prova de que a realidade muitas vezes vai além dos recursos da ficção, alimentando-se do improvável e do inacreditável para chegar ao impossível que nossa fantasia, geralmente, não consegue alcançar ou frequentar. Aqui enfrentamos os limites do impossível.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os limites do impossível: Contos gardelianos”, de Aldyr Garcia Schlee, publicado pela editora ARdoTEmpo, em 2009 e com 203 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ARdoTEmpo
Páginas: 203
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8562984000
ISBN13: 9788562984006
Sobre a editora
Os livros da editora ARdoTEmpo oferecem uma experiência de leitura marcada por uma atenção profunda à linguagem poética e à crônica literária, frequentemente explorando territórios culturais e históricos do sul do Brasil e da América Latina. O catálogo privilegia obras que transitam entre o lírico e o memorialístico, com temas que vão do amor e da identidade cultural até reflexões sobre tempos difíceis e realidades sociais complexas, como o tráfico de mulheres e regimes autoritários. A narrativa pode ser tanto densa e carregada de simbolismo, como em poemas bilíngues que dialogam com a arte pré-colombiana, quanto mais direta e cotidiana, como nas crônicas que revelam o cotidiano com sensibilidade e ritmo cadenciado. Essa diversidade se manifesta em livros que ora se aproximam da poesia pura, ora do relato memorialístico, com um tom que varia entre a revolta, a contemplação e a homenagem.
