
Título: Os livros da Selva
Autor: Rudyard Kipling
Sinopse: A obra-prima de Rudyard Kipling, imortalizada na figura do menino Mowgli, agora em sua versão integral. Personagem imortal da literatura, o menino Mowgli foi achado na selva e criado por uma loba. Para viver na floresta, ele precisava aprender mais do que caminhar sem fazer ruído ou enxergar no escuro. Sua forma humana, que de início parecia uma desvantagem, ajudou a transformá-lo em um caso único. Mowgli somou a sabedoria dos lobos e a inteligência dos homens para viver uma infância repleta de aventuras e descobrimentos. Muitos especialistas consideram Os livros da selva uma contraposição do universo infantil à vida adulta do trabalho. Ao longo de diversos contos, a sofisticação narrativa de Kipling e de seus personagens é capaz de emocionar leitores de todas as idades.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os livros da Selva”, de Rudyard Kipling, publicado pela editora Penguin-Companhia, em 2015 e com 508 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin-Companhia
Páginas: 508
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin-Companhia conduzem o leitor a uma experiência de imersão em narrativas que transitam entre clássicos literários e reflexões históricas profundas. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos humanos fundamentais — como amor, poder, justiça e liberdade — em contextos que vão desde antigas tragédias gregas até os dramas sociais do século XIX e XX. O tom das publicações varia entre o dramático e o ensaístico, com textos que frequentemente dialogam com questões políticas e sociais, como escravidão, revolução e direitos humanos, sempre com uma linguagem acessível, mas rica em detalhes e nuances. A diversidade do catálogo inclui tanto narrativas ficcionais densas, com personagens complexos e dilemas morais, quanto ensaios e autobiografias que convidam à reflexão crítica sobre a história e a cultura.
