
Título: Os Marxistas e a Arte
Autor: Leandro Konder
Sinopse: O livro inicia-se com a constatação de que nem Marx e nem Engels escreveram uma teoria estética, mas deixaram comentários esparsos importantes sobre o tema. Ao contrário do que pensam alguns, esses comentários não são “enfeites” para adornar os textos e nem digressões eruditas, mas, parte integrante do pensamento de Marx e Engels. Há sim, um pensamento estético cuja compreensão, entretanto, exige o conhecimento prévio da teoria geral marxiana e, em especial, das complexas relações com o legado hegeliano. Cada autor apresentado no livro, mereceu um esclarecedor capítulo em que suas contribuições eram realçadas e seus erros criticados, tendo como referência última o pensamento de Lukács. Tempos depois, um novo horizonte se abriu para o nosso autor com a publicação da obra póstuma de Lukács, Ontologia do ser social. No mesmo período, intensificou-se a discussão sobre a arte na modernidade. Esses dois acontecimentos se entrelaçaram nas preocupações intelectuais de Konder.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Marxistas e a Arte”, de Leandro Konder, publicado pela editora Expressão Popular, em 2013 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Expressão Popular
Páginas: 184
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577432173
ISBN13: 9788577432172
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão Popular costumam oferecer uma leitura densa e crítica, que mescla política, história e teoria social com uma linguagem acessível e didática. O catálogo privilegia narrativas que exploram a militância, as lutas sociais e o pensamento marxista, muitas vezes apresentando análises históricas detalhadas e debates sobre o papel das classes trabalhadoras, movimentos populares e a educação. A experiência de leitura envolve tanto textos biográficos e históricos quanto reflexões teóricas que dialogam com os desafios contemporâneos, sempre com um tom engajado e comprometido. A diversidade do catálogo pode ser percebida na coexistência de obras mais narrativas, como relatos de militantes e biografias, e outras mais informativas e analíticas, como estudos sobre imperialismo, educação e economia política.
