
Título: Os meninos da Rua do Hipódromo
Autor: Ary Zendron
Sinopse: Como se brincava nos velhos e bons tempos ou como se brincava em meados do século XX? Como eram as brigas de moleques? Como era um bom "racha" de futebol? O que o povo fazia quando não tinha TV? É fato que o rádio era tudo aquilo que dizem? E havia solidariedade entre as famílias de operários? E inveja? Como era tratar de um ferimento em farmácia de bairro? Havia quem se apaixonasse pela prima, vizinha ou mesmo pela professora? Como foi a festa do Quarto Centenário de São Paulo? Como era a mágoa de uma mulher cujo marido a trocou por uma vizinha? Essas e muitas outras perguntas, estão respondidas nas páginas do livro de estreia de Ary Zendron, em meio a uma prosa saborosa e fluida. Ao término desse traslado, a uma outra época não tão distante, o leitor certamente estará apto a opinar sobre qual seja realmente o "tempo bom".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os meninos da Rua do Hipódromo”, de Ary Zendron, publicado pela editora e-galáxia, em 2021 e com 266 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-galáxia
Páginas: 266
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587639755
ISBN13: 9786587639758
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
