
Título: Os mortos não comem açúcar
Autor: Alexandre Furtado
Sinopse: “Já era noite no Recife, e a lua por testemunha. Também uma mãe aflita e sua criança ao lado, um senhor desatento esbarrando na moça à espera do coletivo. Todos voltando para casa. Da margem e das pontes, além do céu, uma razão. Ou desrazão? Seguir os anos, vassalo e entregue. As águas do rio guardarão a noite e, debaixo delas, um redemoinho, sem repouso, nem limite... Eu sorri de novo, era quase, agir ou padecer. Então, prometi a mim mesmo, sem saber se daria certo, mesmo que caia e chore, eu voltarei, eu voltarei depressa, tão logo a noite acabe, tão logo este tempo passe, para beijar você...”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os mortos não comem açúcar”, de Alexandre Furtado, publicado pela editora Confraria do Vento, em 2015 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Confraria do Vento
Páginas: 160
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8555320224
ISBN13: 9788555320224
Sobre a editora
Os livros da editora Confraria Do Vento convidam a uma leitura que mescla densidade poética e reflexão crítica, com uma forte presença da linguagem literária que flerta entre o ensaio, a poesia e a narrativa contemporânea. O catálogo sugere obras que exploram temas como a condição humana, o corpo, a marginalidade e a memória, muitas vezes com um tom introspectivo, às vezes marcado por tensões entre o lírico e o político. A experiência de leitura pode variar do ritmo cadenciado da poesia a narrativas mais cruas e investigativas, com textos que não se acomodam a fórmulas e que desafiam o leitor a acompanhar um fluxo de pensamento por vezes fragmentado ou experimental. A Confraria Do Vento parece privilegiar uma escrita que valoriza o jogo entre o intelectual e o sensível, em ambientes que vão do urbano às paisagens interiores e imaginárias.
