
Título: Os Novos Balcãs
Autor: José A. Lindgren Alves
Sinopse: As guerras dos anos 1990 na ex-Iugoslávia constituíram o pior conflito vivido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Pouco analisada fora de chavões preconceituosos sobre a “violência balcânica” e menos ainda entendida em suas características complexas, a chamada Guerra da Bósnia tem sido usada no discurso atual como metáfora da tragédia que as hesitações internacionais sobre operações militares de “intervenção humanitária” podem provocar em conflitos variados. Neste livro, J. A. Lindgren argumenta que o exemplo da Bósnia deveria espalhar-se não como estímulo a intervenções militares, mas como ilustração da facilidade com que as diferenças étnicas, hoje tão “hegemônicas”, quando excessivamente cultivadas, podem ser manipuladas por ambições destrutivas rumo à ingovernabilidade, à “balcanização” e à guerra.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Novos Balcãs”, de José A. Lindgren Alves, publicado pela editora FUNAG, em 2014 e com 161 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: FUNAG
Páginas: 161
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576314789
ISBN13: 9788576314783
Sobre a editora
Os livros da editora FUNAG convidam o leitor a uma imersão densa e detalhada no campo das relações internacionais e da diplomacia brasileira. A experiência de leitura frequentemente envolve análises históricas e políticas que exploram desde a consolidação das fronteiras nacionais até o papel do Brasil em fóruns globais contemporâneos, com atenção a temas como meio ambiente, direitos humanos e segurança internacional. O tom predominante é objetivo e factual, com textos que mesclam narrativa crítica e abordagem documental, voltados para leitores interessados em compreender a política externa e as dinâmicas multilaterais. O catálogo revela um equilíbrio entre obras mais narrativas, que resgatam trajetórias históricas e biográficas, e outras de caráter mais analítico e técnico, que discutem regras institucionais e práticas diplomáticas.
