
Título: Os Novos Realistas
Autor: Pierre Restany
Sinopse: Pierre Restany é um dos raros críticos contemporâneos cuja influência indica a verdadeira mutação que a Arte sofreu em nossos dias. Não só o objeto como o âmbito desta encontram nele a voz crítica, formulada das buscas e inquietações das novas gerações de artistas das quais uma das expressões mais sensíveis é a corrente hoje conhecida como a do Novo Realismo. Da confrontação e fecundação recíproca entre a visão crítica e teórica - que é, não obstante, a de um artista entre artistas - e os produtos dos criadores modernos - que são, apesar de tudo, críticos entre críticos - resultaram as páginas pelas quais o leitor brasileiro poderá enveredar neste volume, guiado pela mão audaz, mas segura, de um explorador vanguardista dos novos horizontes no universo da produção artística de objetos plásticos.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Os Novos Realistas”, de Pierre Restany, publicado pela editora Perspectiva, em 2011 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Perspectiva
Páginas: 320
Ano: 2011
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527305712
ISBN13: 9788527305716
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,306
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
