
Título: OS PADRES DA IGREJA - VOL. II
Autor: Michel Spanneut
Sinopse: Este segundo volume consagrado aos Padres da Igreja, traduzido por João Paixão Netto, cobre o período que vai do século IV ao fim do século VIII. Apresenta inicialmente as personalidades da “idade de ouro”: Basílio de Cesaréia, Gregório de Nazianzo, Gregório de Nissa, João Crisóstomo, Efrém, o Sírio, Ambrósio, Jerônimo e Agostinho. Freqüentemente saídos dos meios mais cultos, esses autores marcaram época e seus escritos continuam válidos. Vêm em seguida os escritores cristãos dos três últimos séculos, de 450 a 750: de Cirilo de Alexandria a João Damasceno, passando por Teodoreto, Dionísio, o Areopagita, Máximo, o Confessor, ou Gregório Magno. Se invocam e citam largamente os “Padres” que os antecederam, fiadores da tradição e da ortodoxia, não deixam de purificar por meio deles a doutrina cristã e sua terminologia, ao mesmo tempo em que abrem novos horizontes. O conjunto dos documentos presentes nesta obra constitui uma antologia original, não raro surpreendente.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “OS PADRES DA IGREJA – VOL. II”, de Michel Spanneut, publicado pela editora Edições Loyola, em 2002 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 368
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515016788
ISBN13: 9788515016785
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,526
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
