
Título: Os Sapateiros da Corte
Autor: Ezio Flavio Bazzo
Sinopse: Depois de Rapsodia a Rawet (1997) e de Lenin nos subterraneos do Conic (1999), agora Bazzo apresenta à cidade e a seus leitores Os Sapateiros da Corte, um livro meio "psicanalítico", meio "antropológico" e meio "delirante".Um trabalho cheio de vigor que ao mesmo tempo em que nos abre os olhos para a beleza iconográfica de um ofício esquecido, constrói de maneira nova e independente a história da cidade e da Corte. Os Sapateiros de nosso dia-a-dia, esses homens que poucas vezes nos dignamos a olhar, estão aqui, dançando no meio de um texto com cheiro de labirintos. Um livro onde a máquina fotográfica e a caneta aparecem ligadas por uma astúcia estética. Os textos e os diálogos que o autor coloca na boca de seus entrevistados, talvez tenham,como função primordial, aliviar a sua própria angústia, por viver numa sociedade cretina e dissimulada. "Sapateiro, cuidado! não vá além das sandálias".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Sapateiros da Corte”, de Ezio Flavio Bazzo, publicado pela editora Caseira, em 1999 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caseira
Páginas: 124
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Caseira convidam a uma leitura densa e crítica, onde o olhar se volta para as tensões entre o humano e o tempo, o corpo e a alma, o poder e a vaidade. A linguagem frequentemente traz um tom afiado e irônico, com imagens que oscilam entre o clínico e o poético, explorando conflitos internos e sociais. Há um interesse recorrente por temas como a existência, a condição humana e as contradições do cotidiano, muitas vezes ambientados em cenários que vão do sertão brasileiro a paisagens intergalácticas. O ritmo varia entre narrativas que provocam reflexão e outras que se aproximam de um ensaio literário, com passagens que misturam humor ácido e crítica social. Navegar pelo catálogo da Caseira é entrar em um espaço onde a experiência de leitura exige atenção ao detalhe e abertura para múltiplas camadas de significado.
