
Título: Os sinos da agonia
Autor: Autran Dourado
Sinopse: Ambientalizada em Minas Gerais das últimas décadas do século XVIII, durante o período de decadência da extração de ouro, a obra apresenta o triângulo amoroso vivido por João Diogo Galvão, sua mulher Malvina e o enteado Gaspar. Ambos os personagens são marcados pela força metafísica do passado-futuro e o desenvolvimento da trama envolve ainda um quarto elemento, o mameluco Januário, que será personagem expoente na preparação do clímax. Através de uma linguagem densa, mitológica, trabalhada em blocos, permeada de paráfrases, alusões, paródias e metáforas, o narrador vai fazendo-nos digerir a roda viva do destino trágico de cada personagem, nos presenteando com um drama, ao gosto das tragédias gregas, sem configurar-se como passadista.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os sinos da agonia”, de Autran Dourado, publicado pela editora Francisco Alves, em 1991 e com 218 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Francisco Alves
Páginas: 218
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8526502387
ISBN13: 9788526502383
Sobre a editora
Os livros da editora FRANCISCO ALVES apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pela profundidade narrativa. O catálogo reúne desde romances que exploram trajetórias pessoais e sociais em cenários brasileiros, como a vida difícil de migrantes urbanos, até obras que discutem questões institucionais e históricas, como estratégias de defesa nacional e análises diplomáticas. Há também espaço para literatura de mistério com investigação policial detalhada, além de textos que abordam a memória, o tempo e a identidade sob perspectivas literárias e filosóficas. O tom varia entre o introspectivo e o investigativo, com narrativas que podem ser densas e reflexivas ou carregadas de tensão e suspense. O material de apresentação indica ainda uma preocupação com a construção cuidadosa dos personagens e o entrelaçamento de histórias pessoais com contextos mais amplos.
