
Título: Os Sobreviventes: A Tragédia dos Andes
Autor: Piers Paul Read
Sinopse: Sexta-feira, 13 de outubro de 1972, um avião uruguaio com 5 tripulantes e 40 passageiros, dos quais muitos estudantes e jogadores de rugby, se espatifa na Cordilheira dos Andes. Doze morrem imediatamente e os sobreviventes tem que suportar a terrível Cordilheira, 30 graus abaixo de zero durante a noite e a fome. Resistiram com as escassas reservas alimentícias esperando pelo resgate, mas no décimo dia escutam pelo rádio que as buscas haviam cessado. A partir de então só dependia deles sair com vida da montanha. Ante a ausência de alimentos e esgotadas as resistências físicas se viram obrigados a alimentar-se de seus companheiros mortos para seguir vivendo. Finalmente fartos das ameaçadoras avalanches, da contínua morte de seus companheiros e da espera pelo resgate, dois deles decidem cruzar as imensas montanhas para chegar ao Chile. Depois de dez dias de escaladas e caminhadas, conseguiram ajuda. No dia 22 de dezembro de 1972, depois de 72 nas montanhas, dezesseis sobreviventes são resgatados.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Sobreviventes: A Tragédia dos Andes”, de Piers Paul Read, publicado pela editora Nova Fronteira, em 1973 e com 255 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 255
Ano: 1973
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
