
Título: Os Três Príncipes de Serendip
Autor: Elizabeth Jamison Hodges
Sinopse: Os Três Príncipes de Serendip é a versão inglesa de Peregrinaggio di tre giovani figlioli del re di Serendippo, publicado por Michele Tramezzino em Veneza em 1557. Tramezzino afirmou ter ouvido a história de um tal Christophero Armeno, que traduziu conto de fadas persa na adaptação para o italiano do Livro Um de Hasht-Bihisht, de Amir Khusrau, de 1302. A história chegou ao inglês através de uma tradução francesa, e agora existe em várias traduções. Serendip é o nome persa e urdu para Sri Lanka, adotado a partir do sânscrito Suvarnadweepa (ilha dourada) ou originalmente do tâmil "Seren deevu". Tem traços da etimologia de Simhaladvipa, que se traduz literalmente como "morada-da-raça-cingalesa". A trama ficou conhecida por ter originado a palavra serendipity (serendipidade), cunhada por Horace Walpole (autor de O Castelo de Otranto, 1764) ao lembrar da parte do "conto de fadas bobo" em que os três príncipes por "acidente e sagacidade" deduzem tudo sobre um camelo perdido que nunca viram a partir de pequenas pistas. A história inspirou o Zadig (1747) de Voltaire, contribuindo tanto para a evolução da ficção policial como para a compreensão do método científico.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Três Príncipes de Serendip”, de Elizabeth Jamison Hodges, publicado pela editora Atheneum, em 1962 e com 10 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Atheneum
Páginas: 10
Ano: 1962
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0689201672
ISBN13: 0100689201672
Sobre a editora
Os livros da editora Atheneum oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pela alternância entre narrativas mais densas e outras mais leves. O catálogo inclui desde dramas psicológicos intensos, que exploram memórias e traumas pessoais, até aventuras com elementos de suspense e fantasia, como espionagem histórica e poderes sobrenaturais. Essa variedade cria um contraste interessante entre obras que focam no desenvolvimento íntimo dos personagens e aquelas que privilegiam o ritmo acelerado e a ação. O tom pode variar do reflexivo e sombrio ao vibrante e cheio de humor, sempre com atenção à construção de atmosferas que envolvem o leitor.
