
Título: Os Velhos Marinheiros
Autor: Jorge Amado
Sinopse: Num belo dia de 1929, chega à estação de trem de Periperi — um pacato vilarejo de veraneio na periferia de Salvador — um personagem singular, vestindo túnica de oficial da marinha mercante: comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão- -de-longo-curso. Aos sessenta anos, ele se declara cansado de navegar mundo afora e diz que veio para ficar. Logo se torna figura de destaque na comunidade local, composta quase exclusivamente de aposentados, encantando a todos com seus relatos de aventuras românticas e exóticas. Ou a quase todos. Um grupo de cidadãos enciumados com o prestígio do recém-chegado questiona a veracidade das histórias e até mesmo sua condição de comandante. O fiscal aposentado Chico Pacheco, líder dos questionadores, empreende uma investigação implacável em Salvador e volta com a bombástica notícia de que Aragão é uma fraude: não passa de um velho boêmio, que torrou nos bordéis e cabarés o patrimônio do avô português, comerciante de secos e molhados. Seu título de capitão-de-longo-curso fora obtido por meio de corrupção e malandragem. Quem estará com a razão? O comandante ou seus detratores? O tira-teima definitivo se apresenta na forma de uma última missão para a qual o comandante é convocado: levar ao porto de chegada um navio cujo capitão morrera em alto-mar. O romance foi publicado originalmente em 1961, no volume Os velhos marinheiros — Duas histórias do cais da Bahia, que incluía a novela A morte e a morte de Quincas Berro Dágua.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado, publicado pela editora EDITORA MARTINS, em 1961 e com 324 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDITORA MARTINS
Páginas: 324
Ano: 1961
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8501009229
ISBN13: 9788501009227
