
Título: Otorimonogatari (Monogatari Series #11): Decoy Tale
Autor: NISIOISIN
Sinopse: A certain middle school girl has a fondness for hats, which serve as a line of defense against eye contact along with the overlong bangs she’s worn ever since she was little. Speaking in fits and starts when she doesn’t fall completely silent, her go-to line is “I’m sorry,” and she’s given to referring to herself in third person. Nadeko Sengoku is pretty, and not just cute. When a jealous classmate tried to hex her with a fraudulent charm, Miss Bangs went and got cursed in earnest all by herself, having done her homework wrong and performed a gruesome ritual at a forgotten shrine. Thank goodness Big Brother Koyomi noticed and rescued her that time, but chopping up snakes at a place of worship that was dedicated to a serpent… It might come back to bite her again, hmmmm? Hoping to be saved by someone, but unable to ask for help, the shyest member of the cast explores a running theme of these tales in her own halting voice this round: While self-reliance is well and good, beware of its debased counterfeit minted from a mere reluctance to connect with others. You know what I mean?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Otorimonogatari (Monogatari Series #11): Decoy Tale”, de NISIOISIN, publicado pela editora Vertical, em 2018 e com 290 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vertical
Páginas: 290
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1947194143
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vertical costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre mundos fantásticos e realidades duras, com personagens que enfrentam conflitos profundos e dilemas éticos. O catálogo traz histórias que exploram desde viagens dimensionais e intrigas políticas até dramas psicológicos e críticas sociais, muitas vezes com um ritmo que alterna entre a ação intensa e momentos de reflexão. A linguagem varia entre o detalhado e o simbólico, com um tom que pode ser tanto sombrio quanto levemente irônico, dependendo da obra. Essa diversidade sugere um público leitor aberto a histórias que desafiam convenções, com interesse tanto em fantasia elaborada quanto em narrativas realistas e históricas.
