
Título: Outrora: Crônica de uns dias perdidos
Autor: Jayme Mathias Netto
Sinopse: Em Outrora: Crônica de uns dias perdidos, primeiro livro de Jayme Mathias Netto, o poeta, pintor, escritor, filósofo e artista diletante dedicou-se a uma curta estória que reorganiza as suas poesias, prosas e aforismos como pano de fundo, colocando para fora múltiplas vozes, com uma escrita sem limites, cuja linguagem às vezes falta. Ele utiliza pseudônimos que foram seus companheiros desses vários anos na conquista expressiva e se deparou com a estranheza da própria língua, enquanto tentou decifrar o que vem de dentro e que foi, aos poucos, ganhando força. Assim, balbuciou e gaguejou em forma de experiência linguística, quando é possível reverter a ordem do pensamento e só dessa forma conseguir enxergar o que há dentro, provocando no leitor o fato de que a parte de dentro dele seja também tocada e se irradie em forma de outras experiências possíveis. Tudo isso se expressa no enredo do pacto ritualístico entre Marcel Leônidas Padilha e Assis de Sá Carneiro. O distanciamento das relações humanas faz com que Marcel perceba que não consegue mais sequer pronunciar uma palavra, se não por meio da escrita, dirigindo-se assim, após o pacto, a um deslocamento radical da sociedade contemporânea. No fundo, esse livro é um ritual linguístico aos que se interessam na busca frenética de si.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Outrora: Crônica de uns dias perdidos”, de Jayme Mathias Netto, publicado pela editora Multifoco, em 2016 e com 138 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Multifoco
Páginas: 138
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788592589561
Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
