
Título: Ouvi a Coruja Chamar Meu Nome
Autor: Margaret Craven
Sinopse: Um joven sacerdote enviado por seu Bispo ao interior da costa selvagem de British Columbia para uma paróquia de índios Kwakiult denominada Kingcome. Os Tsawataineuk viviam numa aldeia localizada num estreito e tiravam seu sustento do mar e da floresta. Embora o Bispo não lhe tivesse dito, o sacerdote tinha apenas mais dois anos de vida. Entre esse índios em extinção, Mark Brian aprendo o suficiente sobre o significado da vida para não temer a morte. Através de sua fé e humanidade, ele se torna parte da aldeia, dos próprios índios, uma testemunha de seus rituais e crenças e da desintegração gradual de uma cultura. Então, numa tarde fria de inverno, quando ouve a coruja na floresta chamar seu nome, ele crompreende o que está para acontecer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ouvi a Coruja Chamar Meu Nome”, de Margaret Craven, publicado pela editora Artenova, em 1974 e com 108 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Artenova
Páginas: 108
Ano: 1974
Edição:
Linguagem: inglês
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Sobre a editora
Os livros da editora Artenova apresentam uma diversidade que vai do relato autobiográfico à ficção de suspense, com incursões frequentes por narrativas que exploram relações humanas complexas e dilemas morais. O catálogo inclui desde histórias ambientadas em contextos históricos, como o Japão medieval, até enredos urbanos e contemporâneos, com personagens que enfrentam conflitos internos e externos intensos. Há uma presença notável de obras que abordam temas delicados, como a homossexualidade em tempos passados, e outras que trazem um tom mais irônico ou ácido na análise da sociedade. O ritmo das narrativas varia bastante, com textos que podem ser mais densos e reflexivos, e outros que mantêm uma tensão constante, especialmente em tramas de mistério ou crime.
