
Título: Paisagem com inundação
Autor: Joseph Brodsky
Sinopse: Iosif Brodskii, (1940-1996), ou Joseph Brodsky (conforme se queira grafar), nasceu em Leninegrado. Mal os seus primeiros poemas começaram a circular entre a juventude artística que o poeta frequentava, a grande poeta Anna Akhmatova reconhece nele uma voz nova e diferente, moderna. No seu primeiro poema conhecido (‘Os Errantes’) está já presente a posição fundamental de Brodskii perante o mundo e a vida: um apolitismo que acaba por ser profundamente político e lhe vale um processo e decorrente expulsão da URSS em 1972. Brodskii fixa-se nos Estados Unidos e, «autodidacta visceral, aprendeu o inglês por si próprio, começou a traduzir a sua poesia para inglês e por fim a escrever directamente em inglês, conseguindo uma capacidade literária nessa língua que é ainda mais impressionante do que a de Vladimir Nabokov, pois este foi educado em inglês desde a mais tenra infância.» Em 1990 foi nomeado pela Biblioteca do Congresso ‘Poet Laureate’ – o primeiro não americano nativo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Paisagem com inundação”, de Joseph Brodsky, publicado pela editora Cotovia, em 2001 e com 239 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cotovia
Páginas: 239
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9727950191
ISBN13: 9789727950195
Sobre a editora
Os livros da editora COTOVIA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina reflexão cultural e narrativa literária com um tom que varia do humor sutil à densidade filosófica. O catálogo apresenta obras que exploram desde relatos de viagem com nuances cômicas e observações sociais até análises críticas e ensaios sobre temas como feminismo, poesia antiga e identidade. Há uma presença marcante de textos que dialogam com a história, a política e a condição humana, muitas vezes por meio de personagens ou vozes que questionam o lugar do indivíduo na sociedade. O ritmo pode ser tanto contemplativo quanto provocativo, com passagens que alternam entre o didático e o narrativo, atendendo a leitores interessados em textos que desafiam a compreensão convencional.
