
Título: Palavra banto em Minas
Autor: Sônia Queiroz
Sinopse: A memória dos africanos de línguas e culturas banto no Brasil, muito pouco difundida entre a população em geral, vem sendo preservada em comunidades negras hoje designadas quilombos, nas quais ainda se podem encontrar falares e cantares com base lexical de origem banto. Nesses falares e cantares, podemos ouvir a palavra dos ancestrais transmitida em línguas rituais resultantes do contato entre africanos e portugueses e preservada como forma de resistência diante da imposição da língua e cultura europeia pelo Estado. Estão reunidas neste livro todas as palavras de provável origem banto encontradas nos vocabulários e glossários elaborados por pesquisadores a partir da observação em comunidades onde se fala essa mescla linguística em território mineiro. Também identificamos os registros dessas palavras emdicionários e glossários brasileiros, na literatura angolana e em dicionários de quicongo, quimbundo e umbundo, as três línguas banto mais faladas no Brasil. A publicação deste glossário em forma de livro é o resultado de uma coleta que buscou realizar uma arqueologia do contato entre línguas africanas do grupo banto e a língua portuguesa no Brasil.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Palavra banto em Minas”, de Sônia Queiroz, publicado pela editora SciELO, em 2019 e com 608 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 608
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
