
Título: Palmares De Zumbi
Autor: Leonardo Chalub
Sinopse: VENCEDOR DO PRÊMIO JABUTI 2020 NA CATEGORIA JUVENILBrasil, 1667. O jovem Francisco, capturado quando criança e entregue à Igreja, vive como coroinha em Porto Calvo, sonhando com a liberdade. Ágil e silencioso, explora o vilarejo à noite, pregando peças, vingando os negros mortos no tronco e aterrorizando feitores e senhores de engenho como um fantasma – ou um nzumbi, em quimbundo, a língua típica de Angola.Quando surge uma oportunidade de fuga, Francisco a aproveita, dando início a sua jornada para se tornar aquele que a história não esqueceria: Zumbi dos Palmares, filho de Angola Janga.Palmares de Zumbi traz uma releitura da saga de um dos maiores heróis negros do Brasil, lançando uma nova luz sobre esse grande homem – guerreiro, capoeirista, rei –, mas também sobre um Palmares que não seria o que foi sem Zumbi. Uma homenagem ao herói, narrada com paixão e reverência à cultura da capoeira e ao líder quilombola.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Palmares De Zumbi”, de Leonardo Chalub, publicado pela editora Nemo, em 2019 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Nemo
Páginas: 176
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582865031
ISBN13: 9788582865033
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,194
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
