
Título: (...) Pandemia Crítica
Autor: Fernandes Muniz
Sinopse: Mais difícil que prever o futuro é ler o presente a partir dele mesmo. Demasiado colados nele, atravessados pelas emoções, cativos das opiniões correntes, do jargão midiático, o presente não parece oferecer o mínimo indispensável para qualquer avaliação isenta – a distância. Mas não seria o caso de valorizar justamente isto, a proximidade aos acontecimentos, a imersão no torvelinho do que se passa “agora”? Colher uma percepção situada, uma atmosfera reinante, a intensidade de um momento, a subjetividade dos atores, não tem isso o valor único de um testemunho vivo?
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “(…) Pandemia Crítica”, de Fernandes Muniz, publicado pela editora N-1 edições, em 2021 e com 474 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: N-1 edições
Páginas: 474
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586941296
ISBN13: 9786586941296
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,830
- Altura (cm): 32,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,50
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
