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Panteísmo: A Religiosidade do Presente

Título: Panteísmo: A Religiosidade do Presente

Autor: Régis Alain Barbier

Sinopse: Os movimentos religiosos, em linha com a perspetiva metafísica cosmo-existencial e as tradições imemoriais consagrando a experiência mística, divinizando o infinito universo, como nos diversos matizes de panteísmo, retificam, de imediato, importantes divisões conceituais entre o sagrado e o mundo, a religião e a ciência, possibilitando, uma vez bem compreendidos, o surgimento decorrente de três tendências: unificação, ética e criatividade: unificação, ou paz, pelo reconhecimento intuitivo e direto da unidade universal; ética, pela compreensão de que somos parte da Natureza, e, certamente, não a finalidade e propósito da criação; criatividade, pela absoluta e imediata identificação, com o Universo criador. À luz da perspetiva metafísica cosmo-existencial, não há dogmas; não existe, interposto entre os sujeitos em comunicação e a criação - o mundo, o Cosmos e todas as teleologias - nenhuma entidade ou instituição superior, sejam igrejas, partidos ou elites, ditando regras e normas; o fenômeno ético - a real identidade do existente - reconhecido com lucidez revela a inteligência universal: o logos. Esta ascese filosófica requer cultivar um sentido de contexto e de perspectiva, de interconectividade, reconhecer a unidade dentro da diversidade assim como desenvolver uma profunda admiração e sentimentos de gratidão frente à complexidade, com uma postura corajosa e energética praticar o desprendimento, aceitar o inevitável. O cultivo da gentileza, fraternidade e amizade decorre, necessariamente, da prática panteística. Autoritarismos e dogmatismos são incompatíveis com o panteísmo que sintoniza com civilidade, cortesia e respeito; não se pode honestamente confundir panteísmo – uma forma teológica que preza e reverencia o mistério - com ateísmo ou materialismo. Epitetar de “panteística” alguma estrutura política ditatorial que martiriza a população - efetivamente um tipo rigoroso de ateísmo e materialismo – denota uma profunda ignorância metafísica, ou um sectarismo, quiçá o fanatismo dos que acham que não professar as suas próprias elaborações religiosas, não compartilhar da sua mesma fé, é prova de ‘ateísmo’; tais posturas obtusas e ignaras são, efetivamente, a causa basilar da desgraça humana.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Panteísmo: A Religiosidade do Presente”, de Régis Alain Barbier, publicado pela editora Livro Rápido, em 2009 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Livro Rápido

Páginas: 248

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8577166678

ISBN13: 9788577166671

    Sobre a editora

    Os livros da editora Livro Rápido costumam explorar temas do cotidiano e das relações humanas com um tom que varia entre o reflexivo e o emocional. Muitas obras abordam conflitos internos, como dúvidas amorosas ou a busca por autoconhecimento, enquanto outras trazem discussões sobre valores sociais, como intolerância e respeito. O ritmo das narrativas oscila entre textos mais breves e poéticos e histórias com tramas mais elaboradas, que mesclam fantasia, romance e drama. O catálogo sugere uma atenção especial a públicos diversos, incluindo famílias, jovens e leitores interessados em questões existenciais e sociais.

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