
Título: Papa est au Panthéon
Autor: Alix de Saint-André
Sinopse: " On ne fera croire à personne que cette panthéonisation était seulement l'affaire d'une famille ébranlée, d'un jésuite assez farce, d'un biographe malmené, d'un conservateur rêveur et de ses acolytes, agrégé d'histoire guadeloupéen ou marchand de souvenirs parisien. Au cœur du dispositif, en cette fin du vingtième siècle, se dressait un homme qui détenait seul le pouvoir absolu de parithéoniser, c'était le président de la République, gardien-chef des symboles de la France et détenteur des clefs de cet auguste cimetière. " Berger, écrivain fulgurant, combattant républicain pendant la guerre d'Espagne, résistant gaulliste, et disparu en héros dans un bombardement au Guatemala, semble un candidat idéal pour le Panthéon. Qui mieux que lui redorerait les valeurs citoyennes ? Seule Nina, sa fille, qui s'est toujours tenue à l'abri du terrible vent de l'Histoire, semble réticente...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Papa est au Panthéon”, de Alix de Saint-André, publicado pela editora Gallimard, em 2001 e com 335 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gallimard
Páginas: 335
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070760197
ISBN13: 9782070760190
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
