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Paper Machine

Título: Paper Machine

Autor: Jacques Derrida

Sinopse: This book questions the book itself, archivization, machines for writing, and the mechanicity inherent in language, the media, and intellectuals. Derrida questions what takes place between the paper and the machine inscribing it. He examines what becomes of the archive when the world of paper is subsumed in new machines for virtualization, and whether there can be a virtual event or a virtual archive. Derrida continues his long-standing investigation of these issues, and ties them into the new themes that governed his teaching and thinking in the past few years: the secret, pardon, perjury, state sovereignty, hospitality, the university, animal rights, capital punishment, the question of what sort of mediatized world is replacing the print epoch, and the question of the "wholly other." Derrida is remarkable at making seemingly occasional pieces into part of a complexly interconnected trajectory of thought. Acabamento: Paperback. Peso: 250g. Dimensões: 23 x 16 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Paper Machine”, de Jacques Derrida, publicado pela editora Stanford, em 2005 e com 224 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Stanford

Páginas: 224

Ano: 2005

Edição: 1ª EDIÇAO

Linguagem:

ISBN:

ISBN13: 9780804746205

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacques Derrida é um convite a um percurso denso e exigente, onde o ritmo varia entre o rigor filosófico e a experimentação linguística. A prosa frequentemente se desdobra em jogos de sentido e ambiguidades, que desafiam o leitor a acompanhar um pensamento que se desconstrói enquanto se constrói. A experiência é marcada por uma tensão entre o abstrato e o concreto, com passagens que exploram desde temas éticos e políticos até questões linguísticas e psicanalíticas. O foco intelectual é intenso, mas há momentos em que a escrita se torna quase performativa, como se o texto encenasse a própria reflexão. Ler Derrida é lidar com uma escrita que não se entrega facilmente, que provoca dúvidas sobre a linguagem, a escrita e a filosofia, deixando perguntas abertas sobre a relação entre vida, morte, justiça e diferença.

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