
Título: Paper Wife
Autor: Laila Ibrahim
Sinopse: Southern China, 1923. Desperate to secure her future, Mei Ling’s parents arrange a marriage to a widower in California. To enter the country, she must pretend to be her husband’s first wife—a paper wife. On the perilous voyage, Mei Ling takes an orphan girl named Siew under her wing. Dreams of a better life in America give Mei Ling the strength to endure the treacherous journey and detainment on Angel Island. But when she finally reaches San Francisco, she’s met with a surprise. Her husband, Chinn Kai Li, is a houseboy, not the successful merchant he led her to believe. Mei Ling is penniless, pregnant, and bound to a man she doesn’t know. Her fragile marriage is tested further when she discovers that Siew will likely be forced into prostitution. Desperate to rescue Siew, she must convince her husband that an orphan’s life is worth fighting for. Can Mei Ling find a way to make a real family—even if it’s built on a paper foundation?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Paper Wife”, de Laila Ibrahim, publicado pela editora Lake Union Publishing, em 2018 e com 368 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lake Union Publishing
Páginas: 368
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1503904571
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Lake Union Publishing costumam mergulhar em narrativas centradas em personagens enfrentando crises pessoais profundas, muitas vezes envolvendo perdas, segredos familiares e jornadas de autodescoberta. A ambientação varia bastante, desde cenários históricos como a Segunda Guerra Mundial e o século XVII, até contextos contemporâneos e pequenos vilarejos, o que confere um clima intimista e emocional às histórias. O tom das obras oscila entre o suspense psicológico, o drama familiar e o romance, explorando temas como reconciliação, coragem e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que equilibram tensão e sensibilidade, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
