
Título: Para ensinar e aprender xadrez na escola
Autor: CALDEIRA
Sinopse: A obra traduz o método do carismático professor mineiro, fruto de muitos anos de prática do ensino de xadrez para crianças. Básicamente o aluno é convidado pelo método a ser sujeito atuante na fase crucial do aprendizado: mais de 300 exercícios envolvendo questões do tipo múltipla escolha, para se responder escrevendo os lances e até mesmo para se responder desenhando flechas indicativas nos diagramas (lembrando um pouco um antigo livro editado em português: Bobby Fischer ensina xadrez). Um corpo de craques colaborou com o livro: o sociólogo e Árbitro FIDE Roberto Telles que fez uma emocionada apresentação sobre as qualidades do autor e do seu método; o pedagogo Antônio Villar Marques de Sá que cuidou do primeiro capítulo; o MI Jefferson Pelikian pelas idéias (transmitidas por meio de suas aulas) que foram fundamentais na criação do método; o MI Everaldo Matsuura que ajudou na escolha e na análise de algumas partidas; o MI Krikor Mekhitarian que fez a capa. A obra traz ainda um bom atrativo: as ilustrações de Goreti Bratti. Os desenhos dos campeões mundiais no capítulo 15 são altamente originais, suaves e divertidos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para ensinar e aprender xadrez na escola”, de CALDEIRA, publicado pela editora Ciranda Cultural, em 2009 e com 190 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ciranda Cultural
Páginas: 190
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8538004824
ISBN13: 9788538004820
Sobre a editora
Os livros da editora Ciranda Cultural convidam o leitor a explorar o universo infantil com uma abordagem lúdica e interativa, onde o aprendizado se dá por meio de atividades, jogos e histórias que despertam a imaginação. O catálogo privilegia narrativas que misturam fantasia e realidade, com personagens que vão desde animais da floresta até figuras clássicas dos contos de fada, sempre com um tom acolhedor e acessível para crianças pequenas. Além disso, há uma clara preferência por formatos que envolvem o leitor ativamente, como livros com abas, pop-ups, quebra-cabeças e kits de colorir, que ampliam a experiência sensorial e criativa. A linguagem é simples e didática, com rimas, perguntas e convites para descobrir, o que ajuda a manter o ritmo e o interesse dos pequenos leitores.
