
Título: Para Nao Dizer que Ficou Sem Titulo: Microcontos
Autor: Nicolau Rosane
Sinopse: Rosane Nicolau lança novo livro de contos em que 140 toques é o limite de cada microconto, ao estilo do Twitter. "Para não dizer que ficou sem título" é o seu terceiro livro, depois de "Outrorretratos" e "Margem de Erro", e os temas são os mais variados, indo desde o próprio afã do escritor no mundo digital até os pequenos fenômenos da vida moderna e variações surpreendentes de provérbios populares e contos de fadas, passando também por paráfrases de autores célebres. Com projeto gráfico de Thiago Lacaz e apresentação de Alexandre Coslei, o livro se revela “um oceano de pequenos arquipélagos”.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Para Nao Dizer que Ficou Sem Titulo: Microcontos”, de Nicolau Rosane, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2016 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 72
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556620302
ISBN13: 9788556620309
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,082
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
