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Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?

Título: Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?

Autor: Isabel Minhós Martins

Sinopse: À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro. "Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio. "Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer. Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo. O sol, as nuvens, as folhas e até as férias Estão sempre A começar e a acabar, A aparecer e a desaparecer." O que propõe este livro? Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos). Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação. "Para onde vamos quando desaparecemos?" aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para Onde Vamos Quando Desaparecemos?”, de Isabel Minhós Martins, publicado pela editora Planeta Tangerina, em 2011 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Planeta Tangerina

Páginas: 48

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9898145358

ISBN13: 9789898145352

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Isabel Minhós Martins conduz a um universo onde o olhar infantil se abre para o inesperado no cotidiano. A prosa é leve, mas não simplista, equilibrando uma curiosidade quase científica com uma sensibilidade que valoriza múltiplas perspectivas sobre o mesmo objeto ou situação. O ritmo varia entre momentos contemplativos e outros mais dinâmicos, como uma conversa ou uma descoberta que se desenrola no tempo da imaginação. A narrativa frequentemente convida a refletir sobre temas como identidade, diferença, tempo e transformação, sempre com um tom acolhedor e um humor sutil que evita o didatismo. A experiência é marcada por personagens que, mesmo em situações corriqueiras, revelam complexidades emocionais e sociais, criando uma tensão delicada entre o familiar e o estranho.

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