
Título: Para onde vão os guarda-chuvas
Autor: Afonso Cruz
Sinopse: O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para onde vão os guarda-chuvas”, de Afonso Cruz, publicado pela editora Alfaguara Portugal, em 2013 e com 620 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alfaguara Portugal
Páginas: 620
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896721971
ISBN13: 9789896721978
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara Portugal costumam explorar as complexidades das relações humanas, muitas vezes focando em histórias de amor, perda e identidade com um tom intimista e poético. O catálogo privilegia narrativas densas, que combinam elementos autobiográficos com ficção, e que frequentemente abordam temas como luto, família e as tensões sociais que moldam os destinos pessoais. A leitura desses livros revela um ritmo que varia entre a contemplação sensível e a tensão dramática, com personagens que enfrentam dilemas profundos em ambientes que vão de colégios internos a subúrbios urbanos. Há obras que se destacam pela construção atmosférica, quase cinematográfica, e outras que se ancoram em conflitos políticos e sociais, sempre com uma linguagem que valoriza a nuance e a complexidade emocional.
