
Título: Para Que Serve A Poesia?
Autor: Clarice Sabino
Sinopse: Assinando o texto de orelha, o escritor Jorge Ialanji Filholini descreve assim a obra: “Para que serve a poesia? parte da compreensão do mundo e provoca o imaginário da atual condição humana. Recortes do cotidiano que só a observação de Clarice pode transitar. Há sutileza em seus versos. Porém, são os questionamentos inseridos durante a leitura que se manifestam: “você já imaginou/ ter um filho/ de madrugada?”; “que horas nascem/ os filhos que moram na rua?” ou “em quanto tempo/ eu lavo o tempo?”. Clarice tem o domínio admirável da palavra. A forma de desenvolver os versos é intensa, com notável identificação nos poemas confessionais de Ana Cristina César: “meu corpo/ esse saco de pele/ cheio de sangue/ pulsante/ esse saco de pelo/ cheio de veia/ gritante/ o que me segura/ é um esqueleto/ que eu nunca vi”; e linguagens experimentais de Ana Martins Marques: “impossível/ contar quantos quandos cabem em cada/ enquanto. quantos entantos cabem em um/ encanto. quantos cantos falam de qualquer canto”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para Que Serve A Poesia?”, de Clarice Sabino, publicado pela editora Penalux, em 2018 e com 70 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penalux
Páginas: 70
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558333344
Sobre a editora
Os livros da editora Penalux costumam mergulhar em universos literários densos e variados, onde a poesia e a prosa poética se destacam pela sutileza e pela força expressiva. O catálogo apresenta narrativas que exploram temas como o amor em suas múltiplas facetas — da paixão à melancolia, passando por conflitos familiares e dilemas existenciais —, sempre com um tom que varia entre a introspecção lírica e o realismo cru. A linguagem frequentemente se mostra elaborada, com atenção ao ritmo e à construção cuidadosa das palavras, criando atmosferas que evocam tanto a delicadeza quanto a complexidade das emoções humanas. Há obras que se aproximam do ensaio e da crônica, outras que se estruturam em contos breves com unidade temática, revelando uma diversidade que vai do íntimo ao social, do cotidiano ao fantástico. Essa variedade convida o leitor a uma experiência de leitura que pode ser tanto meditativa quanto provocativa, com nuances que oscilam entre o humor irônico e a reflexão profunda.
