
Título: Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito
Autor: Úrsula Antunes
Sinopse: Como é o nascimento de um poema? Teria a dor de um parto complicado, ou, alguma vezes, é o alívio de plantar e multiplicar, espalhando sementes infinitas? A poesia que encontramos em “Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito” é uma forma de capturar cacos temporais em poemas que foram escritos de 2007 a 2022. Uma captura que imortaliza palavras em suas virtudes e, até mesmo contradições, como é a existência. Poemas, poesias
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para tudo que morre e nasce, o interlúdio é o presente infinito”, de Úrsula Antunes, publicado pela editora Mondru, em 2024 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mondru
Páginas: 72
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6560420213
ISBN13: 9786560420212
Sobre a editora
Os livros da editora Mondru convidam o leitor a navegar entre emoções intensas e reflexões profundas, com narrativas que transitam entre o real e o fantástico. Muitas obras exploram a fragilidade humana diante da dor, do desamparo e da memória, enquanto outras investem em experimentações poéticas que tensionam a fronteira entre literatura e artes visuais. O tom é frequentemente lírico, irônico e sensível, com personagens que enfrentam conflitos internos e sociais, em cenários que vão do cotidiano à distopia. A diversidade de estilos inclui desde contos com elementos surreais até poesias visuais e relatos que valorizam a subjetividade e o corpo.
