
Título: Para Un Jardín En Otoño
Autor: Nut Arel Monegal,
Sinopse: Para un jardín en otoño es la sorprendente revelación de la nueva voz, personal e insólita, de una narradora nata. Se trata de un puzzle: una novela fragmentada en piezas que acaban por encajar al modo de un mosaico, y componem un panorama llamativo de existencias cotidianas de desarraigados en París- principalmente lasbianas, profesionales de soledad, afectivos o de neurosis-, así como la rememoración de escenas de infancia, adolescencia o primera juventud en Uruguay y Brasil desde la perspectiva de una vida parisina amenazada por brotes de la extrema derecha neonazi. Una técnica personalísima, que se mueve en el territorio fronterizo entre lo real y lo fantástico, y evoca inventivamente tanto el legado de Cortázar como el del lenguaje fílmico, sirve aquí con particular eficacia a la genuina necesidad expresiva de una escritora singular.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para Un Jardín En Otoño”, de Nut Arel Monegal,, publicado pela editora Seix Barral, em 1985 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 154
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8432245577
ISBN13: 9788432245572
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
