
Título: Paradigmas Do Caos Ou Cidade Da Conversao?
Autor: Amilcar Torrao Filho
Sinopse: São os dois principais objetivos deste trabalho. Apresentar uma revisão da historiografia da cidade colonial portuguesa e rever alguns pontos desta historiografia a partir de uma análise da cidade de São Paulo no período de governo do morgado de Mateus, entre 1765 e 1775. A historiografia sobre São Paulo é marcada por algumas tópicos que insistentemente se repetem: a pobreza da vila, depois cidade, a dispersão da população, o bandeirismo, o isolamento e a inexistência de um planejamento, ou melhor, de uma racionalidade urbana na política colonial portuguesa, a espontaneidade na formação da cidade. Historiadores marcados pelo paradigma da ordem tendem a ver a São Paulo colonial sempre em termos da metrópole que ela se tornou posteriormente, de maneira teleológica e anacrônica, o que reforça os estereótipos da vila medíocre, miserável e sem importância. Amílcar Torrão Filho mostra que a cidade também é importante como braço administrativo e controlador da metrópole, além de importante centro comercial e político, bem como um espaço de experimentação legislativa e administrativa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Paradigmas Do Caos Ou Cidade Da Conversao?”, de Amilcar Torrao Filho, publicado pela editora Annablume, em 2018 e com 292 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Annablume
Páginas: 292
Ano: 2018
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788574197579
ISBN13: 9788574197579
Sobre a editora
Os livros da editora Annablume oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, explorando temas como sociologia, filosofia, história cultural e arte. O catálogo privilegia textos densos e reflexivos, muitos deles frutos de pesquisas acadêmicas aprofundadas, que dialogam com áreas como educação, música, urbanismo e comunicação. A linguagem tende a ser analítica e cuidadosa, com obras que investigam desde movimentos sociais e produções artísticas até questões filosóficas e históricas, sempre com atenção ao contexto e às múltiplas camadas de significado.
